Mostrando postagens com marcador Marcopolo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcopolo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Gidion e Transtusa adquirem 10 unidades do Viale BRS


ônibus
Marcopolo Viale BRS vão operar no sistema de transportes de Joinville. Veículos possuem maior capacidade de passageiros. Foto: Vitor Leite/Marcopolo
Gidion e Transtusa recebem 10 Viale BRS
Empresas operam em Joinville. Modelo tem capacidade maior de transportes
ADAMO BAZANI – CBN
As empresas Gidion e Transtusa – Transporte e Turismo Santo Antônio, que operam em Joinville, Santa Catarina, receberam 10 unidades do modelo de ônibus Marcopolo Viale BRS, considerado um dos mais modernos e com design mais avançado pelo mercado para a sua categoria.
Os ônibus vão ser usados em linhas do estilo troncal ligando terminais e estações de alto movimento na cidade.
Cada empresa comprou cinco unidades. Em nota à imprensa especializada, o diretor de operações comerciais da Marcopolo, Paulo Corso, disse que as dimensões do ônibus possibilitam um melhor aproveitamento do espaço urbano pela sua maior capacidade de transporte.
“Os novos veículos possuem comprimento de 13,4 metros, o que possibilitou a colocação de mais poltronas e a ampliação do espaço interno. Essas modificações proporcionam aos passageiros mais segurança e conforto nas viagens”, explica o executivo na nota.
Cada Viale BRS que vai operar em Joinville pode transportar 79 pessoas, sendo 39 sentadas e 40 em pé, entre os bancos há seis poltronas para idosos, portadores de deficiência, pessoas recém-operadas ou machucadas, com crianças de colo, além de uma poltrona para pessoas que sofrem com obesidade e um lugar para fixação de cadeira de rodas ou para cão-guia acompanhante de quem possui restrição visual.
O design interno foi concebido para oferecer conforto aos passageiros e saber melhor usar a área interna, inclusive para facilitar a locomoção dentro do veículo.
A largura interna e a altura são maiores. Os dutos de ar condicionado e de iluminação são mais modernos e sobre as janelas há espaço para colocação de publicidade interna.
Os modelos de Joinville são chassi Volkswagen 17-280 OT de piso baixo, com 280 cavalos de potência.
Publicado em 12/06/2013 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Livro da Marcopolo conta histórias de vida pela memória do ônibus



Paulo Bellini

Paulo Bellini (gravata vermelha) e Valter Gomes Pinto (gravata azulada) se emocionam ao relembrar histórias do setor de transportes e da vida das pessoas retratadas pela memória da Marcopolo, uma das maiores encarroçadoras de ônibus da América Latina. Foto: Adamo Bazani
Marcopolo:Histórias de vidas pela memória de uma empresa
Maior encarroçadora de ônibus no Brasil lança livro que conta os 63 anos da companhia e de parte da história dos transportes no País
ADAMO BAZANI – CBN
Engana-se quem pensa quem uma empresa é apenas uma organização comercial e econômica. Muito mais que isso, é um local onde há vida e as pessoas se interagem. Onde surgem histórias e valores humanos que podem contribuir para uma nação.
Isso ainda é mais forte quando se trata de uma empresa ligada ao setor de transportes, que é relacionado de maneira direta ao dia a dia das pessoas e ao crescimento de um País.
E retratar um pouco deste universo sob uma perspectiva não meramente cronológica é o objetivo do livro “Marcopolo: Sua Viagem Começa Aqui” cujo lançamento oficial será no dia 12 de dezembro, na Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, na Capital Paulista.
O pré-lançamento ocorreu nesta quarta-feira, dia 28 de novembro, em Caxias do Sul, e a reportagem acompanhou.
O diretor da Marcopolo, Valter Gomes Pinto, entrega ao jornalista Adamo Bazani, o livro “Marcopolo: Sua Viagem Começa Aqui” e destaca que além de importante, por lidar diretamente com vidas, o ônibus é um veículo que transporta
O diretor da Marcopolo, Valter Gomes Pinto, entrega ao jornalista Adamo Bazani, o livro “Marcopolo: Sua Viagem Começa Aqui” e destaca que além de importante, por lidar diretamente com vidas, o ônibus é um veículo que transporta emoções.
“O objetivo principal deste livro é prestar uma homenagem aos colaboradores e a toda comunidade que não só ajudaram a Marcopolo se tornar uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus, mas que contribuíram para toda a sociedade com sua garra e motivação” – disse Paulo Bellini, presidente emérito e um dos pioneiros da companhia que foi fundada em 1949, pelos irmãos Nicola, no Rio Grande do Sul.
São 93 entrevistas que contam a história da empresa e dos transportes de uma maneira leve, descontraída às vezes, e acima de tudo, com humanidade.
“Foi emocionante o trabalho de entrevistas com funcionários, ex colaboradores e parceiros. Todos tinham orgulho de contar como participaram da evolução dos ônibus. É a história contada por quem a fez” – disse Marilda Vendrame, uma das colaboradoras da preparação do livro.
“O ônibus é apaixonante. Ele está no dia a dia das pessoas e não há melhor forma de contar a história do ônibus senão pelas próprias pessoas. Tudo era muito difícil na fabricação dos ônibus. Os veículos eram feitos artesanalmente, personalizados, pegava´se chassis de caminhão e alongava-se. A carroceria era de madeira. Suas características mudavam de acordo com as mudanças na sociedade, nas cidades, na economia” – disse Valter Gomes Pinto, diretor da Marcopolo.
O livro possui curiosidades e relatas casos que evidenciam cada época do País.
“Pode-se dizer que momentos difíceis não faltaram para o setor de ônibus. Uma de nossas principais dificuldades foi bem no início mesmo. Não havia indústria de ônibus, assim não havia especialização,não havia dinheiro, não havia crédito em banco. Tivemos para crescer no início de depender até de agiotas. Não me esqueço de um agiota que era cigano. Cobrava juros altos, mas era a única forma de conseguirmos dinheiro. Como era cigano, mudava sempre de endereço, mas no dia do vencimento das contas, ele voltava para cobrar. Fomos fazendo amizade até que me tornei padrinho da filha dele. Hoje nem sei mais onde está minha afilhada” – conta Paulo Bellini, que diz que o nome Marcopolo é de 1968 e se referia a um modelo de ônibus de muito sucesso lançado pela empresa no Salão do Automóvel daquele ano. Até então, a empresa se chamava Nicola, em alusão aos irmãos que fundaram a companhia. Naquela altura, não havia mais nenhum Nicola e a empresa precisava de um nome novo.
“Para o modelo de ônibus e para a empresa surgiram várias sugestões. No final ficaram Bertioga e Marcopolo. Marcopolo foi o nome escolhido, mas costumo brincar que do Bertioga sobrou o símbolo. Como Bertioga remete ao litoral, logo se associou à imagem de um sol. E esse é o símbolo da Marcopolo, um sol estilizado, que é mareca registrada legalmente da empresa.” – relembra Paulo Bellini.
Um momento marcante para a empresa, considerado um divisor de águas foi em meados dos anos de 1980, quando a Marcopolo enfrentava uma de suas maiores crises devido à alta inflação que aumentava os preços dos insumos e corroia os ganhos de todos e devido a forte concorrência.
Foi então que surgiu a oportunidade de diretores e funcionários da Marcopolo irem até o Japão para terem conhecimentos de novas técnicas industriais, como por exemplo o sistema Toyota de produção. Paulo Bellini foi incentivado a fazer esta viagem por José Banzato.
Em duas semanas, onze fábricas foram visitadas, o que foi possível trazer novos conceitos e fazer a diferença, segundo Paulo Bellini.
Os novos métodos e as motivações de cada funcionário começaram a se refletir na qualidade dos produtos.
“Houve um tremendo salto de qualidade entre a Geração 3 dos ônibus como Viaggio e Paradiso para os da Geração 4 em diante. E novas soluções apareciam tornando os processos de produção e os veículos com excelência” – revela o diretor da Marcopolo, Valter Gomes Pinto.
Histórias engraçadas, cotidiano de Caxias do Sul e a expansão dos serviços de ônibus também fazem parte do livro de mais de 300 páginas.
O ônibus é um elemento tão ligado ao ser humano que nada melhor que um estudioso falar sobre ele. Assim, o livro também conta com um ensaio do antropólogo Roberto DaMatta, que num texto delicioso retrata a influência dos veículos de transportes públicos nas histórias pessoais e diz que hoje a modernidade do veículo convida a nova experimentação do prazer de viajar, como ocorria com o navegador Marco Polo.
Outro detalhe curioso é que o nome do pai de Marco polo é Nicollo, ou Nicola aportuguesando, justamente o primeiro nome da fábrica Marcopolo.
E cheio de emoções e histórias, que mostram que acima de tudo, motivação é o essencial, que “Marcopolo: Sua Viagem Começa Aqui” se torna uma boa opção de leitura.
Publicado em 28/11/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Marcopolo inaugura Centro de Treinamento considerado um dos mais modernos do segmento



onibus

Hoje os ônibus estão cada vez mais modernos e contam com mais itens de conforto, segurança e design. Por conta disso, a mão de obra na indústria deste setor requer mais qualificação. A Marcopolo inaugurou nesta segunda feira um Centro de Treinamento para jovens que precisam de oportunidade de aprendizado técnico e para aperfeiçoamento de profissionais já experientes. Foram investidos R$ 2 milhões na iniciativa. Foto: Júlio Soares.
Marcopolo inaugura um dos centros de qualificação de mão de obra mais modernos do setor de ônibus
CTM – Centro de Treinamento Marcopolo possui 3,3 mil metros quadrados de área construída e conta com novos equipamentos para formação e especialização de trabalhadores
ADAMO BAZANI – CBN
Sabe aquela época em que os chassis de caminhão recebiam carrocerias de ônibus básicas, que pareciam caixotes enormes de lata? Que os ônibus não tinham ar condicionado, equipamentos eletrônicos e que os bancos eram de fibra ou com estofados que não deixavam a viagem mais confortável?
Pois é, esta época passou. Apesar de o ônibus ainda precisar avançar muito em vários aspectos, não dá nem para comparar. Hoje os veículos possuem itens que revelam as exigências da sociedade e do poder público quanto à segurança, conforto, meio ambiente e design.
Até mesmo os ônibus mais simples urbanos são dotados de materiais e soluções que antes sequer faziam parte dos planos do transporte público.
Mas a essência de um bom veículo, para atender a todas estas novas exigências, não está apenas na tecnologia ou nas legislações e sim na mão de obra.
Apesar de a fabricação de ônibus ainda ter muitas características artesanais, dado o nível de personalização dos modelos que se alteram a cada legislação municipal, hoje o trabalhador em indústria de ônibus precisa ter uma qualificação maior.
Foi com esta consciência que a Marcopolo inaugurou nesta segunda-feira, dia 22 de outubro de 2012, o CTM – Centro de Treinamento Marcopolo.
O CTM possui uma área de 3,3 mil metros quadrados de construção e vai ser destinado a atender melhor os alunos da Escola de Formação Profissional Marcopolo, composta por jovens que necessitam de uma oportunidade no aprendizado técnico, e para melhor qualificar os funcionários que já atuam na empresa.
Com maior espaço, é possível agora atender um número maior de pessoas, ter mais equipamentos e salas para aprendizado, além de contar com materiais inéditos até então.
Para se ter uma ideia, o número de bancadas de mecânica subiu de 20 para 40. São agora 40 pontos de solda em vez de oito e o número de simuladores eletroeletrônicos subiu de seis para 45.
Com o maior espaço, também será possível reproduzir com maior fidelidade o ambiente da fábrica, o que segundo a Marcopolo, vai aumentar a qualidade e a produtividade da mão de obra que vai sair com noção mais próxima da realidade das linhas de produção.
Os alunos e profissionais que passarem pelo Centro de Treinamento, por exemplo, vão aprender a operar um robô soldador idêntico aos usados na fábrica e pelo maior espaço vão também trabalhar já sobre chassis das principais montadoras de ônibus do País.
Para melhor ensino de cada área ou etapa de produção, haverá células específicas como para elétrica, mecânica, ar condicionado, soldagem, operação de máquinas, plásticos e pintura.
O espaço também conta com área administrativa, oito salas de aula para formação técnica, incluindo inglês e espanhol, e um auditório com capacidade para 200 pessoas.
Em relação ao meio ambiente, além de a construção usar materiais menos agressivos, parte do espaço tem telhas translúcidas que aproveitam melhor a luz natural o que pode ajudar a diminuir o consumo de energia elétrica.
A Marcopolo investiu cerca de R$ 2 milhões para o novo centro de treinamento.
Publicado em 22/10/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Marcopolo completa 63 anos hoje

onibus_antigo
Como todos os pioneiros dos transportes, Marcopolo começou modesta, ainda com o nome de Nicola. Mas sendo uma pioneira, superou obstáculos tanto em realação às dificuldades de acessos pelas estradas brasileiras no início da jornada, como as diversas situações econômicas, até hoje. A modesta Nicola, hoje Marcopolo, está entre as maiores fabricantes de ônibus do mundo. Foto: Divulgação Marcopolo.


Marcopolo completa 63 anos nesta segunda-feira
Companhia começou modesta, como todos os pioneiros no setor de transportes, e hoje se configura numa das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus.
ADAMO BAZANI – CBN


Se hoje a indústria de ônibus no Brasil é uma das mais relevantes do mundo e as empresas brasileiras transportadoras de passageiros se tornam mais profissionalizadas a cada dia, é porque muitos pioneiros enfrentaram dificuldades e não se intimidaram diante dos obstáculos que iam desde estradas de difícil acesso, que exigiam força nos braços para serem percorridas, até sucessivas situações econômicas que demandavam dos investidores do setor uma capacidade mental fora do comum.
E assim, aliando força e inteligência, muitas empresas ligadas ao transporte de vidas ainda hoje escrevem parte da história do país e de cada passageiro.
Uma das empresas que está há décadas presenciando e influenciando no desenvolvimento do setor de transportes no Brasil é a Marcopolo.
A companhia, fundada em 06 de agosto de 1949, completa nesta segunda-feira 63 anos de atividades.
A Marcopolo é uma das maiores indústrias de fabricação de carrocerias de ônibus do mundo e está no seleto grupo das multinacionais brasileiras.
Para este ano, mesmo com a retração da indústria automotiva no Brasil, em especial de veículos pesados cuja mudança de tecnologia deve deixar as vendas mais fracas, a Marcopolo prevê alcançar em 2012 números expressivos de lucro e produção, com a fabricação de 32,6 mil carrocerias e receita líquida prevista de R$ 3,6 bilhões.
Até 2016, a companhia deve realizar investimentos na ordem de R$ 450 milhões principalmente para ampliação e modernização de linhas, além do desenvolvimento de novos produtos.
A empresa possui filiais na África do Sul, Argentina, Austrália, Colômbia, China, Egito, Índia, México e Rússia.
Toda esta potência industrial nasceu de forma modesta, porém visionária, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, em galpões onde inicialmente eram feitos ônibus de madeira sobre chassis de caminhão.
O nome Marcopolo foi adotado nos anos de 1970, devido ao sucesso de um modelo homônimo que acabou “batizando” a indústria que antes se chamava Nicola por causa de seus fundadores: Dorval Antônio Nicola, Nelson Nicola, João Nicola e Doracy Luiz Nicola.
onibus antigo
Em 1949, a empresa foi fundada pelos irmãos Nicola. Nos anos de 1970, não havia nenhum Nicola mais na empresa e não havia sentido de manter o mesmo nome na companhia. E foi justamente o sucesso do modelo Marcopolo que batizou a empresa. O jovem Pedro Paulo Belini, que se associou aos Nicola em 1951, manteve as raízes da empresa, investindo em crescimento e modernização sem deixar de lado a questão humana. Foto: Divulgação Marcopolo


Durante os anos de 1960, parte dos irmãos Nicola saiu da empresa e fundaram uma reformadora de ônibus, depois encarroçadora, chamada Furcare. O último dos Nicola, Dorval Antônio, deixou a empresa em 1967, aliando-se aos irmãos na Furcare, posteriormente chamada Nimbus.
Mas a Nicola, apesar de não ter mais nenhum Nicola em seu quadro societário, matinha suas raízes, pelo fato de ter muitos trabalhadores que ainda atuavam desde a fundação da empresa e por ter um empreendedor que assumia nesta época a direção da companhia: Pedro Paulo Bellini começou sua carreira na encarroçadora de maneira precoce, em 1951, com 22 anos de idade e muita visão de futuro.
Menos de oito meses depois da fundação da Nicola, alguns sócios de famílias alemãs, saíram dos negócios.
Foi aberto então um longo caminho que Pedro Paulo Bellini decidiu trilhar. A decisão foi acertada.
O jovem reuniu suas economias e teve ajuda do pai, Alberto Bellini, e comprou a parte destas famílias na época por 240 mil cruzeiros, hoje cerca de R$ 175 mil. Um valor grande para a época, mas diminuto frente ao tamanho que a Marcopolo ficou.
O tino de Belini para os negócios sem deixar de lado a questão humana de uma empresa foi fundamental para que a companhia continuasse forte, mesmo com a saída dos irmãos Nicola.
Entre os anos de 1970 e 1980, a Marcopolo havia adquirido várias outras encarroçadoras, como a própria Nimbus/Furcare dos Nicola e a Carrocerias Eliziário.
Marcopolo
Marcopolo Paradiso é uma das marcas da empresa no segmento rodoviário desde os anos de 1980/1990. Hoje, na geração sete, é um dos ônibus mais luxuosos do mercado, dependendo da configuração. Foto: Divulgação Marcopolo



Vários produtos marcaram a história da encarroçadora, como as várias gerações do Viaggio, do Paradiso e do Torino, além do próprio Marcopolo.
Viale BRT
Viale BRT une design moderno, conforto e tecnologia para serviços em corredores de ônibus, que têm sido adotados como uma das principais soluções de mobilidade em todo o mundo. O sistema de corredores BRT (Bus Rapid Transit) nasceu no Brasil, em Curitiba, e a Marcopolo fez história nesta área ao fabricar o primeiro modelo para o sistema curitibano, o Veneza Expresso.

Hoje, a empresa oferece um novo modelo para atender as mais modernas exigências de corredores de ônibus rápidos, o Viale BRT. Os corredores exclusivos são as principais soluções adotadas no Brasil para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, mas vão além das necessidades para preparar o Brasil para os eventos esportivos. Os BRT são considerados economicamente viáveis e de fácil implantação com bons resultados quanto à demanda atendida e ao aumento da velocidade nos transportes públicos, além de proporcionarem ganhos ambientais por contribuírem para a redução do número de automóveis nas congestionadas cidades.
Se hoje o BRT é uma das alternativas de mobilidade mais usadas no mundo, a Marcopolo tem participação nisso.
O sistema de corredores exclusivos para ônibus foi criado no Brasil, mais especificamente em Curitiba, no Paraná, no ano de 1974, pelo então prefeito Jaime Lerner. Ele queria fazer uma cidade para pessoas e não apenas para automóveis e para isso investiu numa solução de transporte público não muito cara, mas eficiente.
A Marcopolo fabricou o primeiro veículo de BRT no mundo ao fazer para o sistema, o Veneza Expresso, modelo inovador para a época, como motor Cummins.
Tanto para o BRT, como para a Copa, assim como para o dia a dia das pessoas, a aniversariante desta segunda-feira diz que continuará investindo em produtos mais modernos e confortáveis e ao mesmo tempo fazendo seu papel social, hoje com a Fundação Marcopolo e outros projetos voltados para a comunidade e meio ambiente.

Publicado em 06/08/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus