segunda-feira, 19 de março de 2012

Priorizando o transporte de carros vazios

A prefeitura continua priorizando o “transporte de ar” (70% dos automóveis andam só com o motorista; a ocupação média é de 1,4 pessoas) em vez do transporte coletivo e do transporte de carga, que é fundamental para abastecer a região metropolitana de São Paulo. Isso “asfixia” a cidade.

Algumas questões urgentes, se quisermos uma cidade habitável:

1) Grandes receptores de produtos têm estrutura, segurança e locais adequados para receber cargas de noite. No entanto, a maioria dos estabelecimentos de varejo não opera no período noturno (e muito menos de madrugada), pois em geral são os próprios proprietários que abrem e fecham o prédio -são bares, padarias, mercearias, mercadinhos, restaurantes, papelarias ou lojas de material de construção.

Os caminhões não estão de passagem: 70% têm como origem ou destino a região metropolitana.

2) A política de restringir caminhões vai criar outros problemas.

Um deles será a troca de parte dos caminhões por VUCs (veículos urbanos de carga) e vans, com efeito multiplicador no trânsito, na poluição, nos acidentes e nos fretes.

Além disso, teremos maior concentração de caminhões nos horários permitidos e uso de rotas de fuga por ruas sem condições, pela zona norte, nos horários de restrição.

Em poucos meses, passarão a ocupar a marginal nos horários de pico: automóveis que utilizavam outras rotas, automóveis que utilizavam horários alternativos, automóveis de pessoas que estavam no superlotado transporte público.

Os benefícios da ampliação da marginal Tietê, que custou quase R$ 2 bilhões, passando de sete para dez faixas de cada lado, não duraram um ano. Nos períodos de pico, os congestionamentos voltaram. E agora?

Os carros rapidamente congestionam todas as novas ampliações viárias, túneis, pontes. É jogar dinheiro público, nosso dinheiro, no lixo.

3) Para implantar uma faixa exclusiva para ônibus, precisamos pedir autorização para toda a sociedade, mas liberar as 20 faixas da marginal Tietê, nos dois sentidos, aos automóveis é normal e ninguém precisa autorizar. Queremos fazer as mesmas opções erradas que Los Angeles fez nos anos 1960? Além do caos urbano, o planeta não aguenta mais esse impacto ambiental.

As restrições a caminhões não visam a implantação de faixas de ônibus, mas abrir espaço para os carros.

Nos carros, serão transportados, no máximo, 21 mil pessoas por hora em cada sentido da marginal. Uma única faixa de ônibus expresso, com ultrapassagem, pode transportar essa mesma quantidade de pessoas. Ou seja, o transporte individual ocupa dez vezes mais espaço, nas mesmas condições de conforto.

Nas condições atuais, estamos incentivando os usuários a desistirem do transporte público. Não são os ônibus ou caminhões que causam o caos na cidade de São Paulo.

4) Continuamos no caminho errado: com os R$ 6,5 bilhões do futuro tramo norte do Rodoanel, que atenderão 65 mil veículos por dia, seria possível construir uma linha de trem com 58 km ligando Barueri (e Alphaville) a Guarulhos (aeroporto), passando por São Paulo e transportando mais de um 1 milhão de pessoas.

Isso permitiria que os caminhões continuassem na marginal.

Nenhum modo de transporte ou rota pode ser uma imposição. Devemos obrigar todos os motoristas da avenida Rebouças e da rua da Consolação a usarem a linha amarela do Metrô? É claro que não.

Em engenharia de transportes, o “cliente” deve ser atraído e não empurrado. Se não priorizarmos o transporte coletivo, o transporte individual irá tomar todo o espaço que dermos, e não será suficiente.

Seus usuários ainda irão reclamar como crianças “birrentas” até espumar de raiva, levantando a bandeira do direito adquirido do uso do transporte individual, baseada na individualidade e no egoísmo do uso do espaço público. Quem viver verá.

Fonte: Horácio Augusto Figueira, mestre em engenharia de transportes pela USP, publicado originalmente na Folha de São Paulo em 9/3/2012.
Publicado em 19/03/2012 por Leandro Coelho no site http://www.logisticadescomplicada.com/priorizando-o-transporte-de-carros-vazios

sexta-feira, 16 de março de 2012

A CONSTRUÇÃO DA CONFIANÇA ENTRE O CLIENTE E O CONSULTOR

Publicado por José Rovani Kurz, Diretor na HighPluss, Palestrante e Professor Universitário.

O consultor de negócios tem um papel social importante dentro da sociedade, de socializar seus conhecimentos e experiências dentro e fora dos ambientes empresariais, sendo que a relação de confiança entre o cliente e o prestador de serviço necessita ser desenvolvida num contexto de transparência, para que aconteça um crescimento e fortalecimento na relação de negócios.




Antes de aprofundarmos e refletirmos o sentido da palavra confiança, é importante destacar que lidar com o desconhecido e os medos acabam dificultando o crescimento de novos negócios e a relação próspera de parceria entre as empresas.

O significado da palavra "confiança" é o sentimento de quem confia, acredita no outro através de idéias e ações que materializam a vontade de ambas as partes em realizar algo. É permitir, que possamos conhecer novas realidades num mundo em constante mutação, para isso necessitamos avaliar nossas idéias e constatações com base em valores éticos que possibilitem transformar uma indecisão em algo tangível e benéfico para o cliente como também ao consultor.

A confiança como algo intangível tem esse poder de agregar valor numa relação de negócios. Permite o enxergar e o experimentar tanto do cliente como do consultor em abrir novas frentes do saber e ampliar as competências, objetivando o alcance de prósperos resultados como o fortalecimento de um produto, serviço, processo ou mesmo do crescimento sustentável de uma marca ou da própria empresa.

É importante entendermos, que quando rejeitamos a oportunidade de conhecer e experimentar algo diferente, estamos nos fechando para o novo e para possibilidade de buscar em novas parcerias as alternativas que venham a fortalecer o negócio no mercado.

Percebemos, que ninguém adquiriu o gosto por algo, sem o conhecimento e a experimentação, para isso é recomendável estarmos abertos e vigilantes com a nossa mente para que possamos ser receptivos as oportunidades que surgem diariamente a nossa frente.

Para construirmos o comprometimento de algo, é necessário passar por alguns empecilhos como que descrevo abaixo, para que possa ser mais bem entendido pelo leitor.

O passo inicial é a aceitação, onde o contato permite identificar seja visualmente, auditivamente ou sinesticamente dependendo de nossas leituras intelectuais, o que está sendo apresentado para nós.

Aceitando o passo anterior, então avançamos para o passo seguinte, onde você iniciará o processo de conscientização da daquilo que foi apresentado. É uma etapa importante em todo o processo, porque você terá conhecimentos dos atributos que estão implícitos e explícitos na proposta de aceitação.

O terceiro passo é o entendimento, que permite você estar preparado para avançar, digamos no seu projeto de mudança, onde os valores centralizados na proposta estão visíveis no contexto até o presente momento.

O quarto passo é a percepção positiva, nesse momento você está enxergando que o algo novo e desconhecido, sem dúvida é benéfico para você e para os demais da equipe. O período de pesquisa passou e agora é momento de praticar as ações anteriores.

O quinto passo é a implantação das idéias, fazendo com que o algo novo se multiplique para todo o ambiente e inicie um processo de melhorias para todos que venham a desfrutar.

O sexto passo é adoção da idéia por todos, onde os conceitos individuais passam a assumir o sentido de equipe, permitindo um ganho de valor agregado nas relações interpessoais e na otimização do conjunto.

O sétimo passo é a institucionalização da idéia, onde a semente plantada toma uma amplitude nas relações entre todos que dela desfrutem.

O último passo para atingirmos um pleno comprometimento é a internalização da idéia, seja no âmbito individual como também da equipe, é importante a dedicação de todos. Mudar uma cultura de pensar, e agir requer um tempo e a disposição em confiar. Ninguém consegue estar plenamente comprometido com algo ou com pessoas se não passar por todos os passos descritos.

Para atingir uma construção sólida e equilibrada do comprometimento exige doar, ceder, estar com olhos abertos e ouvidos preparados para escutar, sendo que os frutos com certeza virão a todos que estejam vivenciando o objetivo planejado.

Sem dúvida, a confiança é o algo a mais na relação entre o cliente e o consultor, para isso é importante estarmos com nossa mente aberta para lidar com as novas oportunidades e mantermos as parcerias vivas em favor de um fortalecimento dos negócios.

domingo, 11 de março de 2012

Cinco visiones de futuro para la logística en 2050

“Delivering Tomorrow: Logistics 2050”

Deutsche Post DHL acaba de publicar su estudio “Delivering Tomorrow: Logistics 2050, una mirada sobre el futuro del comercio, las empresas y la sociedad desde el punto de vista de esta compañía logística multinacional. El estudio considera cinco escenarios de vida diferentes en el año 2050. Esas cinco visiones del futuro se basan en un análisis detallado de los factores más críticos, tales como los modelos de comercio y consumo, las tendencias tecnológicas y sociales o el cambio climático, así como en el cálculo de su impacto probable en el comportamiento y los valores de la población del año 2050. El desarrollo del estudio ha contado con el apoyo de 42 expertos de reconocido prestigio internacional.

"El ritmo al que se suceden los cambios se ha acelerado rápidamente en los últimos años", señaló Frank Appel, consejero delegado de Deutsche Post DHL (en la foto), en la presentación del estudio en Berlín. "En este entorno económico, político y social tan complejo, resulta ya prácticamente imposible realizar pronósticos lineales. En un mundo cada día más difícil de predecir, debemos ampliar nuestro horizonte y plantearnos alternativas. Podemos elaborar estrategias sólidas y fijar el rumbo correcto solo si hemos logrado entender diferentes perspectivas".

“Delivering Tomorrow: Logistics 2050”  describe cinco versiones de gran alcance, a veces radicales, de la vida en 2050. Todos los escenarios tienen un elemento en común: la profunda transformación del papel de la logística. Para DHL no cabe duda de que la demanda global de los servicios logísticos se incrementará la mayoría de los escenarios contemplados, pero las exigencias concretas que se les plantearán a los proveedores logísticos y las dificultades específicas a las que tendrán que hacer frente varían enormemente de un escenario a otro.
El punto de partida metodológico para desarrollar los escenarios de futuro alternativos en el estudio de este año -la serie de estudios de Deutsche Post DHL empezó en 2009 con el análisis de las necesidades de los clientes en 2020-, ha sido un análisis en profundidad de diversos factores clave y su vinculación con las tendencias que podrían moldear el mundo en las próximas décadas.

Los cinco escenarios
1. Economía descontrolada; colapso inminente. El mundo se caracteriza por un materialismo incontrolado y el consumo masivo. En un mundo caracterizado por el crecimiento desenfrenado, la demanda de servicios de logística y transporte aumenta drásticamente. Una súper red de transporte mundial garantiza el rápido intercambio de mercancías entre los distintos centros de consumo. Pero, a medida que avanza el cambio climático, las cadenas de suministro sufren cada vez más interrupciones, lo cual plantea nuevos desafíos a las empresas de logística.
2. Supereficiencia en las mega-ciudades. Las "mega-ciudades" emergen como los centros de poder mundial. La robótica revoluciona el mundo de la producción y los servicios. Los consumidores han modificado sus hábitos: ahora lo normal es alquilar los productos, no comprarlos. Gracias a nuevas ideas sobre tráfico eficiente se ha logrado reducir los embotellamientos. Una súper red mundial de mega transportistas, formada por camiones, barcos, aviones, así como por transportistas espaciales, ha establecido importantes conexiones comerciales entre las mega-ciudades del mundo. Al sector logístico se le ha confiado la gestión logística de las ciudades, de los servicios públicos y de los servicios del sistema aeroportuario, hospitales y centros comerciales.
3. Estilos de vida personalizados. Este escenario describe un mundo en el que imperan la individualización y el consumo personalizado. Los consumidores tienen la capacidad de crear, diseñar y elaborar sus propios productos. Esto genera un aumento de los flujos de comercio regionales; solo las materias primas y los datos fluyen globalmente. La personalización y la producción regional se ven complementadas por infraestructuras y sistemas de energía descentralizados. Las consecuencias para los servicios de logística son, entre otras, la drástica reducción de las necesidades de transporte de larga distancia de productos acabados y semi acabados, debido a la localización de las cadenas de valor. Los proveedores de servicios logísticos organizan toda la cadena de valor física. La descentralización de la organización de la producción hace que la solidez de las capacidades logísticas regionales y la alta calidad de la red en el último tramo pasen a ser elementos decisivos del éxito.
4. Proteccionismo paralizante. Este escenario presenta un mundo en el que, como consecuencia de la dura situación económica, el nacionalismo excesivo y las barreras proteccionistas, la globalización forma ya parte del pasado. El desarrollo tecnológico se estanca. Las consecuencias para el sector logístico comprenden, entre otras, los retos que plantea el descenso del comercio mundial y la consiguiente regionalización de las cadenas de suministro. Los gobiernos ven la logística como un sector estratégico. Dado que las relaciones entre algunos bloques y países son extremadamente tensas, los proveedores logísticos de los países no alineados a un bloque actúan como intermediarios en la mediación comercial internacional.
5. Resistencia global, adaptación local. Este escenario describe un mundo caracterizado inicialmente por un elevado nivel de consumo gracias a una producción automatizada y barata. El nuevo paradigma económico pasa de caracterizarse por la maximización de la eficiencia a centrarse en la atenuación de la vulnerabilidad y la resistencia. Este giro radical hacia sistemas redundantes de producción y el paso de cadenas de suministro globales a cadenas regionalizadas permiten a la economía mundial mejorar las condiciones en épocas difíciles. El mundo resistente de 2050, con su comercio regionalizado, cuenta con un sector logístico que garantiza la seguridad del suministro como máxima prioridad, y con una infraestructura de respaldo para garantizar la fiabilidad del transporte en épocas inestables y peligrosas. En lugar de complejos procesos centrados en la puntualidad de la entrega, se considera indispensable establecer enormes estructuras cerca de los fabricantes como zona temporal de almacenamiento.

Publicado em 04/03/2012 no site http://www.cdecomunicacion.es
Compartilhado por Javier M. em Operadores Logísticos

quarta-feira, 7 de março de 2012

O Temporário e a Prestação de Serviços

Publicado por José Rovani Kurz, Diretor na HighPluss, Palestrante e Professor Universitário.


O foco desse artigo é refletir com os leitores em especial, os empresários para o fato que se


repete no segundo semestre de cada ano para a realidade de uma contratação de temporários
visando atender um aumento de produção e serviços nas empresas industriais, comerciais e
serviços.

A questão que necessitamos pensar é:
 
Como é possível um temporário prestar uma excelência na qualidade dos serviços
oferecidos ao cliente?

São diversos os fatos que são constatados durante esse período que antecede as festas de
final de ano, como: clientes entram e saem das lojas sem um atendente saber quais são as
necessidades. Outras situações de atendentes oferecendo produtos sem saber do cliente quais são
suas necessidades. Induzindo o cliente a tomar decisões desfavoráveis e consequentemente ficar
descontente com o estabelecimento comercial. Pessoas que atendem no caixa e cometem falhas na
devolução do dinheiro. Devoluções de produtos com defeitos ou escolhas de produtos
equivocados. Atendimentos telefônicos ineficientes. E aí segue-se diversas situações conflitantes
entre o cliente final e o prestador de serviços...

Considero importante que desde a escolha, avaliação, aprovação e a integração do
temporário no seu ambiente de trabalho, são etapas que devem ser bem analisadas por todos para
que as expectativas da empresa e do temporário sejam bem entendidas para atingir a excelência na
qualidade dos serviços oferecidos durante o atendimento ao cliente.



O temporário preparado emocionalmente e tecnicamente sem dúvida irá gerar ótimos
serviços para a empresa e ao cliente final. Cliente satisfeito irá voltar para fazer outros negócios e
também irá falar bem da empresa e das pessoas que se relacionaram com ele.

É importante que o temporário seja preparado para lidar com as diferenças dos clientes,
porque cada um tem uma expectativa de atendimento e necessidade de produtos e serviços
diferenciados. Preparar o temporário para fazer abordagens perante o cliente é uma orientação que
deve vir da experiência e conhecimento dos lideres que gerenciam a empresa, para que a empresa
seja um diferencial de qualidade nos serviços oferecidos aos seus clientes.

A função do gestor, supervisor ou outra denominação que seja referenciada na empresa,
refletem o papel da liderança situacional em estabelecer orientações técnicas e comportamentais
para que o temporário tenha condições de desempenhar sua função da melhor maneira e passar
uma imagem positiva da empresa ao cliente final.

São importantes os investimentos no visual da empresa e na adoção de tecnologias
modernas para a perfeita operação das diversas áreas de trabalho, mas considero um diferencial de
sustentabilidade do negócio ter uma equipe multifuncional preparada para atender plenamente as
diferentes necessidades dos clientes. Transmitir confiança, segurança e um relacionamento
personalizado ao cliente.

Temporário preparado gera lucro na empresa, por isso considero estratégico capacitar
antecipadamente esse profissional para que desempenhe seus serviços de acordo com os objetivos
da empresa.

Lembrando, que “uma prestação de serviços bem realizada terá o retorno do cliente para
novas compras!”.

domingo, 4 de março de 2012

COMPARAÇÃO ENTRE VOCÊ E O PRODUTO

Publicado por José Rovani Kurz, Diretor na HighPluss, Palestrante e Professor Universitário.

Se observarmos a evolução tecnológica dos novos produtos e o sucesso no mercado globalizado, sem dúvida o sucesso chega para aqueles que são considerados diferentes. E mais ainda, para aqueles que são vistos como diferentes e melhores.

Essa constatação está no livro de Robert Heller "Marketing Pessoal: a proposição específica do sucesso", que não aborda somente do sucesso dos produtos e sim das pessoas.

O que se aplica aos produtos também se aplica às pessoas. Cada indivíduo precisa identificar em si mesmo e desenvolvê-la para conseguir um enorme sucesso.

E o que é Sucesso?

"Dinheiro é apenas uma medida de sucesso, e de forma alguma é satisfatória", afirma Heller. "SUCESSO consiste em objetivos ambiciosos realizados eficientemente com os resultados desejados".

Entendo, que essa definição deveria estar fixada nas portas das empresas e nos nossos espelhos em casa. Cada vez que a gente conferisse de manhã com que imagem pessoal vai enfrentar mais um dia, lá estaria ela nos lembrando dos cinco fatores básicos do sucesso, by Robert Heller:

Ambição: você realmente quer, para você mesmo e para a organização com a qual se relaciona o seu futuro, algo muito melhor do que, tanto que como ela, está desfrutando agora?

Objetivos: você tem expressado essa ambição em alvos concretos, de tal maneira que seja fácil dizer se eles foram ou não atingidos?

Realizados: você não descansa até ter feito aquilo que se propõe a fazer?

Eficazmente: você dá o melhor de si para encontrar o caminho mais curto e o mais econômico em termos de tempo e preocupações para conseguir seus objetivos, e luta continuamente para melhorar suas habilidades efetivas?

Resultados desejados: você insiste em usar as medidas concretas que uniu a seus objetivos para convencer a si mesmo que tem razão para ficar satisfeito?




"O segredo do SUCESSO é que o sucesso não tem SEGREDOS".