sábado, 3 de março de 2012

MULTIPLICAÇÃO DOS CONHECIMENTOS DA EQUIPE

Publicado por José Rovani Kurz, Diretor na HighPluss, Palestrante e Professor Universitário.

A multiplicação dos conhecimentos surgiu das novas necessidades dos clientes dentro de uma realidade de mercado, onde as empresas precisavam estar preparadas para atingir as metas pré-estabelecidas.



Com a realidade de competição houve a necessidade das equipes de trabalho desenvolver suas habilidades técnicas e emocionais buscando atingir os resultados.

A multiplicação dos conhecimentos passou por uma interação forte entre a liderança e a equipe para que pudesse aumentar e diversificar os conhecimentos em favor de uma melhor resposta as necessidades dos clientes.

Sem dúvida, o referencial da equipe é a liderança, para isso a mente do administrador precisa estar aberta para receber e transmitir os conhecimentos, fazendo com que a equipe desenvolva as competências, objetivando atender as necessidades dos clientes externos e internos da empresa.

A transparência dos conhecimentos da liderança para a equipe, acontece a partir do momento onde existe uma confiança mútua, para que as diferenças culturais sejam absorvidas e aceitas, sempre com o foco no cliente.

Para que possamos superar as expectativas do cliente final, é necessário que a equipe esteja alinhada com os objetivos assumidos pela empresa diante do cliente.

sexta-feira, 2 de março de 2012

GUIA DAS 15 CAUSAS DOS ERROS

O artigo que leva o título "Guia das 15 causas dos erros" é resultado de um trabalho de acompanhamento e experiência vivenciada ao longo dos anos no ambiente das empresas fabricantes de carrocerias para ônibus, atuando no gerenciamento de área técnica pude perceber a existência de erros que acontecem, bem como a necessidade de investigar as causas dos erros, sua complexidade, repetição e a devida correção. Esse guia servirá de referência para que os gestores possam averiguar com mais rapidez as possíveis causas dos erros e a correta tomada de decisão.

1. Acúmulo de muitas tarefas numa mesma pessoa sem que exista um tempo mínimo para a devida revisão antes de liberar ao processo produtivo;

2. Baixo nível de conhecimento sobre o equipamento, máquina a ser operado pelo executante da tarefa;

3. Baixo nível de planejamento e organização da tarefa a ser executada;

4. Erro na execução da tarefa proposital para prejudicar interesses da empresa;

5. Erro pela deficiência de iluminação do ambiente de trabalho;

6. Erro proposital para estimular decisão da empresa em demitir o executante da tarefa;

7. Erro proveniente da deficiência visual do executante da tarefa;

8. Erro proveniente da dificuldade de uma melhor visualização da impressão no papel;

9. Erro proveniente da dificuldade na leitura e interpretação de desenhos mecânicos;

10. Erro proveniente da utilização de informações desatualizadas para realizar a tarefa;

11. Excesso de autoconfiança do executante na realização da tarefa levando a não revisão detalhada da tarefa;

12. Executante com baixa experiência e conhecimentos técnicos para realizar a tarefa;

13. Executante com baixa iniciativa para esclarecer as dúvidas com outras pessoas antes de realizar a tarefa;

14. Executante com baixo nível de concentração para a realização da tarefa, oriundo de problemas fora do ambiente de trabalho;

15. Falta de informações gerais e específicas para realizar a tarefa.

Fonte: José Rovani Kurz, Diretor na HighPluss, Palestrante e Professor Universitário. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O que você precisa saber para conseguir um estágio ou emprego?

Com a proliferação dos cursos técnicos, tecnólogos e até mesmo alguns bacharelados específicos em logística, temos muitos estudantes nesta área. Claro que muitos deles (idealmente todos) irão ingressar no mercado de trabalho ainda durante seu curso, através de estágios. Nos próximos parágrafos você terá dicas e informações para conseguir seu primeiro estágio – ou melhorar o seu estágio atual.

O currículo

Seu currículo é a primeira e principal porta de entrada numa empresa. É através dele que as empresas decidirão se você será convidado a participar de uma entrevista ou não. Portanto, capriche no seu CV. No cabeçalho inclua seus dados pessoais e forma de contato (não se esqueça de incluir telefones e email).

Nos parágrafos seguintes do seu currículo, verifique 3x que tudo está escrito corretamente. Nada pior para a sua imagem do que erros de português na sua primeira apresentação. Se você não se garante, peça para alguém que entenda corrigir para você, como um professor.

Inclua seu curso atual e outros cursos relacionados que possam interessar ao empregador (línguas, informática, etc). Não minta nem exagere em suas habilidades. Dizer que fala “inglês avançado” e gaguejar numa possível entrevista em inglês (mesmo que seja só uma pergunta pra confirmar que você sabe mesmo) é a certeza de não ser contratado.

Sites especializados em gestão de carreira têm dicas para construir um currículo ganhador, vale a pena ler as dicas que eles oferecem na hora de construir o seu.

A entrevista

O mundo corporativo ainda é bem conservador: a primeira impressão é a que fica. Vista-se sobriamente. Não se espera que um estagiário vista-se como um executivo bem sucedido, mas você irá para uma entrevista que poderá lhe render um emprego, e não estará sentado na cozinha de sua casa. Use roupas adequadas. Tenha cuidado com a aparência: cabelos, unhas, barba, maquiagem, tudo deve ser cuidado e sem exageros, inclusive no perfume. Por respeito ao entrevistador, não deixe seu celular ligado e claro, seja pontual.

Durante a entrevista, seja você mesmo. Você e suas habilidades são o produto que a empresa quer, então venda-se bem e mais uma vez, seja sincero. Leia tudo o que puder sobre a atuação da empresa e sobre como pode ser sua inserção neste negócio para que você esteja preparado para os diferentes assuntos durante as perguntas.

Os direitos do estagiário

Com a Lei 11.788 de 25/09/2008 os estagiários estão mais protegidos e regidos por regras próprias. Dentre outros ela trata dos estágios feitos por alunos de cursos técnicos e superiores. Saiba que o estágio feito em acordo com a referida Lei não gera vínculo empregatício mesmo quando há concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, e apenas em casos excepcionais o estágio pode durar mais de 2 anos na mesma empresa.

Estagiários têm direito ao recesso remunerado (férias sem o abono de 1/3) de trinta dias a cada doze meses de estágio na mesma Empresa ou, o proporcional ao período estagiado se menos de um ano (artigo 13º, caput e § 2º, da Lei 11.788/2008). O contrato de estágio, por não ter vínculo empregatício, pode ser rescindido a qualquer momento por qualquer das partes.

Se o estágio é feito em desconformidade com a Lei, ele caracteriza vínculo de emprego do aluno com a empresa do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária.

O mercado para estágios

Este é um mercado que voltou a ficar aquecido. Antes da aprovação da Lei dos Estágios havia 1,1 milhão de estagiários no Brasil e hoje existem apenas 900 mil. As vagas perdidas foram, em boa parte, devido ao não entendimento da Lei, que causou receio nas empresas em fazer novas contratações.

Dos 900 mil estagiários atuando neste momento, em torno de 650 mil são de nível superior e 250 mil de nível técnico. O número de vagas já é crescente e este é um bom momento para buscar seu primeiro estágio.

As vagas

As empresas não contratam estagiários porque são “boazinhas” ou porque têm dinheiro sobrando para ajudar. Elas contratam uma pessoa para fazer um trabalho de qualidade, e remuneram este trabalho adequadamente. Assim, pergunte-se: o que você tem a oferecer para uma empresa? Por que alguém deveria contratá-lo?

Muitas pessoas perguntam se devem procurar o primeiro estágio, na área de logística, já no primeiro semestre de curso. A resposta é tão breve quanto a pergunta: se você é capaz de fazer algo nesta área que mereça um salário, então vá buscar sua vaga. Se não, aguarde mais um pouco e vá ao mercado mais bem preparado.

A antiga regra do CHA é válida: o CHA representa 3 coisas que você deve ter na hora de procurar uma oportunidade. Competência, Habilidade e Atitude.

Competência diz respeito aos conhecimentos técnicos, e neste caso, para você que é estudante, você está no caminho certo. Complemente seus conhecimentos com cursos extras, línguas, informática, participação em eventos e tudo correrá bem nesta área. Habilidade diz respeito ao que você faz com seu conhecimento. Se o conhecimento é o saber, a habilidade é o saber fazer. Aqui é onde a experiência conta mais, e é onde você deverá aprender mais com o estágio. As atitudes representam sua vontade pessoal de conseguir, de vencer. Se a habilidade é o saber fazer, a atitude é o querer fazer.

Vá buscar a SUA vaga

As vagas existem, você só precisa correr atrás da sua. Veja na seção Há Vagas os anúncios de duas empresas com grande número de vagas para estagiários ou profissionais iniciando a carreira, com oportunidades em todo o Brasil. Nas últimas 3 semanas recebi 3 emails de pessoas que se inscreveram através destes anúncios e em aproximadamente 1 mês conseguiram uma oportunidade. O custo é baixo frente ao benefício que um emprego vai lhe proporcionar (há planos de até R$ 19 por mês – no momento que verifico este preço estamos em novembro de 2010), portanto pense em investir alguns reais no seu futuro.

Espero que você esteja mais preparado para buscar seu espaço no mercado! Boa sorte e bom trabalho!

Veja mais matérias na série especial sobre carreira e profissão na área de logística.

Para não perder nenhuma matéria, você tem várias opções para receber as notícias da maneira que achar mais conveniente: feed, email, Twitter… escolha seu jeito preferido de receber todas as atualizações do site automaticamente.

Fonte: Dados do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) e InfoMoney

Publicado por  Marcos Aurélio da Costa no site http://www.logisticadescomplicada.com

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Brasil está atrasado em controle ambiental no setor de autos

O caminhão, que sempre foi visto como o vilão na emissão de gases que provocam o efeito estufa, agora quer mudar sua imagem. O objetivo é trazer a sustentabilidade também para o dia a dia dos veículos pesados, mesmo com atraso em relação aos outros países como a Europa, por exemplo, que já caminha para a legislação Euro 6. O Brasil implementou, em janeiro deste ano, o Proconve 7, equivalente ao Euro 5. O sistema só consegue rodar com um combustível dez vezes mais limpo que o atual, o diesel com teor máximo de enxofre de 50 ppm (partes por milhão).
Para atender às novas normas, os fabricantes têm investido altas cifras em ações ambientais para diminuir os impactos que seus produtos provocam no meio ambiente e mudar de vez esse rótulo.
A sueca Volvo entrou na busca para evitar o desperdício, utilizar constantemente energias renováveis e devolver água tratada ao meio-ambiente. "Há muitos anos, a companhia tem apresentado uma forte preocupação com o meio-ambiente. Todos os nossos trabalhos visam melhorias nesse segmento", falou ao DCI o gerente de vendas da Volvo do Brasil, Álvaro Menoncin.
Além dessas atitudes, consideradas básicas por especialistas, outras ações ainda precisam ser praticadas pelas montadoras. "Trocamos vários processos de produção como a solda, por exemplo, bastante agressiva ao meio-ambiente, para diminuir a emissão de gases do efeito estufa", garante Menoncin.
De acordo com o gerente de comunicação de veículos comerciais da Mercedes-Benz, Valter Oliveira, os processos produtivos da empresa são constantemente reavaliados. "A nossa produção está mais limpa e conta com a reciclagem dos materiais", afirma.

Produtos verdes
A adequação à sustentabilidade passa por outra exigência, que é a fabricação de produtos que agridam menos o meio-ambiente, como é o caso do motor Euro 5. "A Volvo só adaptou ao País uma tecnologia que já usava há alguns anos na Europa", afirma Menoncin. Ele destaca que, no velho mundo, a Volvo já vendeu cerca de 250 mil veículos com essa tecnologia, que deve ser ainda mais rigorosa para os próximos anos por exigência das legislações locais de cada país.

Já a mais recente aposta da Mercedes é o chamado diesel de cana, extraído da matéria-prima do açúcar. "Somos a primeira empresa a pesquisar esse tipo específico de combustível alternativo", afirma o gerente senior de desenvolvimento de motores do Grupo Daimler, Gilberto Leal. Ele explica que, desde a plantação da cana de açúcar até o combustível no tanque, esse diesel reduz em até 92% a emissão de CO2 comparado ao comum. "Frotas de ônibus de São Paulo e do Rio de Janeiro já estão sendo testadas com o diesel da cana, com resultados animadores", diz.
O cenário mundial revela que o cerco está se fechando, cada vez mais, contra a indústria, considerada um dos grandes "vilões" da sustentabilidade. Mais do que preocupação, as empresas precisam mostrar resultados satisfatórios tanto para acionistas como para autoridades ambientais.

Fonte: DCI - 22/02/2012 

Publicado em 22/02/2012 no site http://www.cimm.com.br/portal/noticia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O CAMINHO DO SUCESSO ESTÁ NAS EQUIPES MULTIFUNCIONAIS

Com a globalização da economia e a abertura de mercado, tornou-se necessário as empresas organizarem-se internamente no sentido de que as pessoas realizem suas atividades num ambiente de trabalho sob condições diferenciadas.



A necessidade das empresas desenvolverem-se numa base empresarial voltada à Qualidade e Produtividade exigiu delas um perfil competitivo no mercado, fazendo com que os níveis hierárquicos da empresa submetessem às mudanças na administração de equipes onde a multifuncionalidade passou a ser decisiva para atingir os resultados empresariais planejados.

O investimento das empresas nos recursos humanos começou a ser extremamente importante para que houvesse um desenvolvimento emocional e técnico das pessoas, com o objetivo de permitir uma evolução nos produtos e serviços oferecidos ao mercado globalizado.

O sucesso da competitividade das empresas está na administração de equipes multifuncionais voltadas a resultados competitivos, onde há necessidade dos administradores aplicarem a criatividade e a inovação nas decisões empresariais.

A harmonia da equipe multifuncional conduz a empresa ao sucesso, fazendo com que a confiabilidade dos clientes nos produtos e serviços oferecidos ao mercado, sejam preferidos nas decisões de compra.

Para tanto, é necessário políticas empresariais voltadas à otimização dos recursos humanos no sentido de desenvolver suas capacitações técnicas e emocionais, buscando motivá-los para um crescimento contínuo. A empresa precisa buscar uma eficácia nos seus processos industriais, produtos e serviços, com o objetivo de manter-se no mercado.

Com a abertura do mercado brasileiro, as empresas nacionais perceberam a necessidade de buscar a multifuncionalidade, tornando as pessoas mais integradas nas suas atividades dentro da empresa e buscando resultados melhores para atender o mercado cada vez mais exigente.


A formação de equipes multifuncionais está possibilitando as empresas prepararem-se melhor para lidar com o mercado desconhecido e ágil nas diversificações dos produtos e serviços.

A necessidade das empresas trabalharem com custos reduzidos e entrega dos produtos em prazos menores está exigindo uma gestão participativa das pessoas, para que estejam preparadas para desempenhar a multifuncionalidade dentro da empresa.


As empresas que melhor identificarem os seus talentos e aproveitarem os recursos humanos para realizarem as atividades planejadas, terão nas equipes multifuncionais um diferencial competitivo favorável para sobreviver no mercado e buscar a concorrência globalizada.


A multifuncionalidade é o caminho para as empresas de sucesso, para isso os recursos humanos da empresa precisam ser valorizados e reconhecidos como elos da estratégia empresarial a ser adotada na empresa. Sejamos prósperos!

Fonte: José Rovani Kurz, Engenheiro Mecânico pela UCS, Pós-graduação em Administração de Empresas pela UNIVILLE, 2003.