sexta-feira, 6 de abril de 2012

Páscoa: data de amor, doação, vitória e solidariedade

Pascoa
Crianças de Centro de Educação Infantil tiveram uma tarde especial em comemoração a Páscoa. Os chocolates fizeram parte da festa, mas os verdadeiros significados da data foram transmitidos aos pequenos. Grupo Leblon oferece assistência material e realiza atividades em datas especiais. Foto: Karoline Falcão
Páscoa: a doação e a vitória da vida por atos de solidariedade
Grupo Leblon promove uma tarde de alegria e sabor para as crianças atendidas por centro de educação infantil no Paraná.
ADAMO BAZANI – CBN

Para muitas pessoas, logo quando se fala em Páscoa, a primeira imagem que pode aparecer são dos ovos de chocolate e de tantas outras coisas saborosas comercializadas nesta época.
Mas a Páscoa é muito mais que isso, é libertação, doação e a vitória da vida.
O termo Pessach, do hebriaco, significa passagem, e as primeiras comemorações são relacionadas à libertação do povo judeu, que era escravizado no Egito.
Os cristãos comemoram a Páscoa por conta da ressurreição de Jesus Cristo.
Apesar de serem fatos de épocas diferentes, os dois episódios na verdade têm relação ao se levar em conta que tanto a saída do povo judeu do domínio egípcio como a ressurreição têm como principais significados a vitória e a libertação.
Quando os judeus saíram do Egito, venceram. Quando Cristo ressuscitou, Ele venceu a morte e todos os que crêem neste sacrifico também vencem a morte: a morte da alma, a morte dos sonhos.
E a melhor maneira de comemorar esta época é fazendo o bem para o próximo.
No antigo testamento, o segundo mandamento dado por Deus foi amar o próximo como a nós mesmos. Este mandamento foi reforçado por Jesus quando Ele esteve entre os homens.
E foi neste espírito que o Grupo Leblon Transporte de Passageiros proporcionou nesta quinta-feira, dia 05 de abril de 2012, uma tarde especial para crianças atendidas pelo CMEI – Centro Municipal de Educação Infantil Francisco João Orso, em Fazenda Rio Grande, no Paraná.
É claro que não faltaram os chocolates e as brincadeiras para as crianças. Mas junto com estes costumes da época foi semeada no coração dos pequenos uma mensagem de amor, de respeito e de boas condutas. Aliás, com a atitude da empresa e de seus colaboradores, e também dos funcionários do CMEI, essa mensagem não foi apenas pregada, mas foi demonstrada na prática.
O Grupo Leblon sabe que quando a criança é bem educada e tem seus direitos garantidos, a sociedade está assegurando um futuro melhor e mais tranqüilo, o que não deixa de ser um ato de libertação dos atuais problemas do dia a dia para que eles não se repitam.
A CMEI João Francisco Orso foi “apadrinhada” pelo Grupo Leblon que auxilia de diversas maneiras, desde o fornecimento de materiais para melhor atendimento das crianças até a promoção de atividades lúdicas e educativas em datas especiais, como Páscoa, Dia das Crianças e Natal.
São aproximadamente 150 crianças que recebem cuidados desde a manhã retornando às famílias no final do dia.
As famílias possuem renda mensal de 1 a 5 salários mínimos mensais. Os serviços da CMEI Francisco João Orso se destinam à crianças com idades entre 4 meses e 3 anos.
Para as mães e pais que precisam trabalhar todo o dia para garantir o sustento da família e não têm condições de deixar os filhos em estabelecimentos particulares, a estrutura oferecida pela CMEI proporciona tranqüilidade e segurança familiar, algo inclusive que é garantido por lei.

Colaborou: Karoline Falcão.
Publicado em 06/04/2012 por Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes. Blogpontodeonibus

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Colação de Grau dos alunos da Turma de Marketing 2011 - Faculdade Anhanguera de Joinville




Parabenizo aos alunos da Turma de Marketing 2011/2 da Faculdade Anhanguera de Joinville pela Colação de Grau na noite de sábado (31/03/2012).






Agradeço a confiança depositada em ser o Paraninfo da Turma.

Foi muito gratificante como experiência de vida.

Abraço e sucesso aos formandos Ivan Rocha e Jaqueline.

Prof. Rovani
Joinville - SC

sábado, 31 de março de 2012

Contratar transportadora exige atenção extra com segurança


Um custo adicional tem se incorporado à planilha de gastos das empresas de todo o Brasil: o que contabiliza a perda de mercadorias em roubos de cargas. Somente em 2011, o Estado de São Paulo amargou um prejuízo de R$ 296 milhões com essa modalidade de crime, segundo o Sindicato de Empresas Transportadoras de Carga do Estado de São Paulo (Setcesp). A boa notícia é que houve queda de cerca de 4% em 2011 – algo excepcional na série histórica recente, pois de 2006 a 2010 o percentual de aumento foi de 15,5% na comparação com os cinco anos anteriores.
O mercado vem buscando soluções para enfrentar o problema, com sistemas de rastreamento por GPS, serviços de segurança particulares e travas de direção, combustível e câmbio mais eficazes. Mas os especialistas concordam que uma medida simples pode diminuir a exposição da empresa a esse risco: a escolha da transportadora a ser contratada para fazer a entrega.
Autair Iuga, presidente do Sindicato das Empresas de Escolta do Estado de São Paulo (Semeesp) e vice-presidente do Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado de São Paulo (Sesvesp), afirma que o crescimento do setor de escolta armada para o acompanhamento de cargas vem crescendo de 5 a 7% nos últimos cinco anos. Ele vê a atuação mais incisiva das polícias brasileiras como um fator decisivo para a recente queda no número de roubo de cargas, mas estima que o espaço para empresas do setor de segurança deve continuar crescendo.
Proteção falha
“De segurança e futebol, todo mundo acha que conhece um pouco”, afirma Iuga. Segundo ele, muitas transportadoras selecionam mal a empresa de segurança contratada para fazer a proteção de sua frota, o que as deixa vulneráveis a roubos e também desamparadas para buscar ressarcimento. “Se a transportadora contrata uma empresa de escolta que não está regularizada, pode deixar de receber o dinheiro da seguradora”, explica.
Nesse caso, é a própria transportadora quem terá de arcar com os custos do roubo – ressarcindo ao fornecedor o valor da mercadoria subtraída. Autair Iuga explica que no momento em que a carga é repassada à transportadora os produtos passam a ser de total responsabilidade da contratada. “Um prejuízo de R$ 500 mil a R$ 1,5 milhão podem até fechar a empresa”, ressalta. Em uma situação como essa, o fornecedor que contratou o serviço de transporte pode até ter seu dinheiro de volta mas ainda assim estará exposto ao risco de perder credibilidade junto a seu cliente.
“O maior prejuízo do fornecedor é não satisfazer quem o contratou. E isso a seguradora ou a empresa transportadora não pagam. Na compra seguinte, esse cliente vai procurar um fornecedor que lhe ofereça mais segurança e entregue a carga no prazo combinado”, destaca.
“Casos desse tipo acontecem todos os dias, porque o empresário brasileiro tem uma cultura imediatista: prefere sempre o serviço mais barato, se esquecendo que isso muitas vezes significa também menos qualidade”, pondera Iuga.
Precauções
Para evitar esse tipo de problemas, o empresário recomenda que o fornecedor procure uma transportadora que possua um plano de gerenciamento de risco e verifique sempre o histórico policial da contratada, se os veículos desta têm sistema de rastreamento de satélite e se o compartimento de carga é protegido por travas. Além disso, é importante conferir se a empresa está em dia com seus compromissos. Ele explica que, muitas transportadoras chegam até mesmo a ter seus pedidos de indenização negados por não cumprirem cláusulas dos contratos com as seguradoras.
“Quando se transportam produtos valiosos, como eletroeletrônicos e medicamentos, as seguradoras exigem em quase 100% dos contratos que a transportadora contrate uma empresa de escolta armada”, diz ele. Para cortar custos, no entanto, muitas acabam por obter serviços irregulares “Todos os dias pessoas contratam policiais no esquema do ‘amigo do amigo’, o que é ilegal”, explica. Quando há ocorrência de roubo e a seguradora é acionada, um dos itens checados antes de pagar a indenização é exatamente se o serviço de segurança estava regular. Em casos como o citado por Iuga, a transportadora pode arcar com os custos sozinha.
Para prevenir isso, ele recomenda verificar o registro das empresas de segurança junto ao Departamento de Legalidade de Segurança Privada (Delesp), da Polícia Federal, pesquisar informações sobre os proprietários da empresa e sobre a imagem da contratada no mercado.

Fonte: Terra
Publicado em 31/03/2012 por Rafael Brusque Toporowicz no site
http://blogdocaminhoneiro.com/contratar-transportadora-exige-atencao-extra-com-seguranca/

sexta-feira, 30 de março de 2012

Parabéns aos Formandos na Faculdade Anhanguera Educacional de Joinville!

Prezados Formandos,

Aproveito a oportunidade para "Parabenizar aos Formandos pela Colação de Grau na noite de ontem (dia 29/03/2012) no auditório da Faculdade Anhanguera de Joinville.

Que todos tenham muita luz e sabedoria para conduzir o Projeto de Vida Pessoal e Profissional!

Abraço e sucesso a todos formandos!

Prof. Rovani
Joinville - SC

quarta-feira, 28 de março de 2012

Turismo Responsável é tema de conferência na USP

Evento busca mobilizar a sociedade em busca de práticas sustentáveis no turismo

Brasília (DF) - Estarão abertas, de 2 de abril a 7 de junho, as inscrições para a 6ª Conferência Internacional sobre Turismo Responsável nos Destinos (RTD6). A conferência, que acontece de 18 a 20 de junho, em São Paulo, é um evento paralelo à Rio + 20 que abordará temáticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável no mundo.
O tema central da conferência é “Turismo como promotor de desenvolvimento – avaliando resultados”. Trata-se de um evento organizado pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Internacional Centre for Responsible Tourism (ICRT), da Leeds Metropolitan University do Reino Unido.
Segundo os organizadores, a proposta da conferência é mobilizar as iniciativas pública e privada, entidades do terceiro setor e a sociedade civil para que assumam responsabilidades na busca por um turismo mais sustentável. Os debates da RTD6 começaram em 2002, na Cidade do Cabo, África do Sul.
A conferência terá mesas redondas com debatedores de diversos países, que apresentarão suas experiências relacionadas ao tema. Um dos focos do evento é buscar contribuições que expliquem quanto progresso foi alcançado na busca por um turismo mais sustentável nas últimas décadas.

Publicado em 27/03/2012 no site http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20120327-2.html